Brutalismo Botânico, depois da chuva.
O instante depois da chuva num sábado em São Paulo. O concreto cinza e quente bebendo o aguaceiro. Raízes empurrando pelas frestas. O ar pesado, verde e mineral ao mesmo tempo. A cidade se segurou a semana inteira e finalmente recebe permissão para respirar.
Brutalismo Botânico
№ 01 · Composition
Umidade pós-chuva num jardim brasileiro modernista. O choque entre o concreto agressivo de Niemeyer e o trabalho botânico indomado de Burle Marx. Concreto cru, vidro do chão ao teto, jogo de sombras, folhas gigantes de Costela-de-Adão.
- Saída
- Petricor / Pedra Molhada · Yerba Mate Absoluto · Aldeídos Metálicos
- Coração
- Priprioca · Resinoide de Galbanum · Folha de Violeta Verde
- Fundo
- Resina de Breu Branco · Bálsamo de Copaíba · Vetiver Haitiano
- Concentração
- Extrait de Parfum · 22–25%
- Fixação
- 10+ horas
- Projeção
- Moderada, íntima mas presente
- Anchor
- São Paulo · Brasil